ENOQUE: O que significa andar com Deus?

 

18Jarede viveu cento e sessenta e dois anos e gerou a Enoque.19Depois que gerou a Enoque, viveu Jarede oitocentos anos; e teve filhos e filhas.20Todos os dias de Jarede foram novecentos e sessenta e dois anos; e morreu. 21Enoque viveu sessenta e cinco anos e gerou a Metusalém.22Andou Enoque com Deus; e, depois que gerou a Metusalém, viveu trezentos anos; e teve filhos e filhas.23Todos os dias de Enoque foram trezentos e sessenta e cinco anos.24Andou Enoque com Deus e já não era, porque Deus o tomou para si.

Gn 5.18–24

Quem foi Enoque? 

Enoque foi o sétimo depois de Adão. Ele vem da geração que começou após a morte de seu irmão Abel. Podemos encontrar todos os detalhes das sete gerações no início do capítulo 5 de Gênesis. A versão resumida, encontramos em 1Crônicas 1.1-4: “Adão, Sete, Enos, Cainã, Maalalel, Jarede, Enoque, Metusalém, Lameque, Noé, Sem, Cam e Jafé.”

É assim que o autor das Crônicas começa a história de Israel, pelas gerações que começam em Adão e terminam nos filhos de Noé.

Sabemos muito pouco sobre Enoque. O pouco que sabemos, contudo, nos permite compreender o porque de Deus tê-lo colocado na lista de heróis da fé, na lista daqueles cujo testemunho devemos imitar, enquanto perseveramos nós também em nossas próprias histórias de vida.

Enoque foi filho de Jarede e pai de Metusalém. Ele foi um descendente de Sete, e essa geração era famosa por sua longevidade. A ciência já recorreceu a possibilidade disso acontecer em situações extraordinária quando o quadro genético da pessoa é favorável a isso.

Numa geração onde as pessoas viviam séculos e séculos, Enoque viveu pouco; foram somente 365 anos de vida. Isso era considerado pouco em sua geração e, especialmente, dentro de sua descendência. Ao contrário de Enoque, se filho Metusalém foi o homem que mais tempo viveu sobre a face da terra, morrendo o filho de Enoque com 969 anos de idade. Ninguém na longínqua geração de Sete, filho de Adão, viveu tanto tempo.

Mas, o tempo mais curto de vida de Enoque não se deu por qualquer acidente. Ao contrário. Foi o próprio Deus que decidiu interromper sua história de vida, chamando-o para si de uma forma que era desconhecida naquele tempo. Enoque não morreu. Deus o levou vivo para o céu. Deus o trasladou sem que Enoque tivesse que encarar o último inimigo do homem, a morte. Além dele, outros poucos viveram isso na história. E a razão pela qual Deus o levou dessa maneira é o que torna a vida de Enoque especial para todos nós.

O que havia de especial em sua vida?

O verso 19 nos diz que Enoque teve muitos irmãos. No entanto, ninguém temia ao Senhor como ele. Nós nem mesmo sabemos do nome de seus irmãos. Seus irmãos não são chamados de heróis da fé. Isso não significa que eles não tenham temido ao Senhor, mas que eles não chegaram ao ponto onde Deus espera que todos cheguemos um dia. E Enoque chegou lá, e chegou o mais perto que qualquer outro homem tenha chegado.

Isso já nos mostra o quanto Enoque era especial e diferente dos de sua geração. Diferente, mas nem tanto. O verso 21 diz que Enoque teve um filho, Metusalém. Isso significa que Enoque se casou, e teve com sua esposa filhos e filhas, diz o final do verso 22. Ou seja, nesse quesito, Enoque foi bastante parecido com as pessoas de sua época. Ele não era um super-homem, mas um homem comum que nasceu, teve irmãos e irmãs, conheceu uma garota, casou-se com ela e teve filhos e filhas com ela.

Mas, o diferencial na vida de Enoque é o que está no início do verso 22: “Andou Enoque com Deus”. O que significa andar com Deus? Andar com Deus significa andar com pensamentos em Deus. Significa também andar com atos de amor pelo Senhor, dizendo não ao pecado e a tudo que sua geração lhe oferecia. Significa que o coração de Enoque estava o tempo todo em Deus.

O mundo na época de Enoque não era muito diferente do nosso. A maldade e o pecado já enchiam a Terra que, após somente 4 gerações, seria totalmente destruída. É possível que muitos contemporâneos de Enoque tenham morrido no dilúvio, no qual se destacou um bisneto de Enoque, um homem chamado Noé.

Então, imagine o mundo já em sua época crescendo em maldade e pecado. Lembre-se do que disse Jesus, de que o mundo estaria como nos dias de Nós, nos dias que antecedessem sua segunda vinda. Muitos já cremos que estamos muito próximos desse dia, talvez vivendo aquilo que Enoque viveu — os dias que antecederam o dilúvio.

E foi nesse tempo de pecado que um homem se destacou pelo simples fato de ter decidido andar com Deus.

Ele foi o primeiro a temer ao Senhor?

É interessante notar que outros em sua geração haviam sido fiéis e tementes a Deus. Enoque vem da geração de Sete e Enos, no tempo de quem “se começou a invocar o nome do Senhor”, Gn 4.26b.

No entanto, Enoque amou mais a Deus do que, provavelmente, todos os seus antepassados. Ele viveu uma vida de serviço ao Senhor e de adoração. É bem provável que ele tenha se destacado diante de seus antepassados, razão pela qual ele nem mesmo conheceu a morte. A Bíblia apenas diz que “Andou Enoque com Deus e já não era, porque Deus o tomou para si”, Gn 5.24.

Quando a genealogia de Jesus é contada em Lucas 3.37, ele é colocado na geração de Enoque e de seu filho Metusalém. A forma como ele deixou este mundo é contada pelo autor de Hebreus, no capítulo 11.5: “Pela fé, Enoque foi trasladado para não ver a morte; não foi achado, porque Deus o trasladara. Pois, antes da sua trasladação, obteve testemunho de haver agradado a Deus. De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam”, Hb 11.5–6).

O texto que normalmente é lido sobre a morte de Enoque é apenas Hb 11.5. O verso 6 é lido muitas vezes isolado, mas não penso que deve continuar a ser lido assim. Para mim, o verso 6 tem muito a ver com o 5, ou seja, com Enoque. O texto grego inicia com uma conjunção δὲ, a qual liga o que está sendo dito com o que foi dito anteriormente.⁠1

Assim, completa-se a ideia de que Enoque agradou a Deus, creu na existência de Deus, e viveu com essa certeza todos os dias de sua vida, agindo de um modo diferente dos de sua geração. Ele temeu a Deus, como muitos outros, mas sua fé era de tal modo prática, que o texto bíblico diz que ele agradou ao Senhor, e não outros.

Como Enoque aponta para Cristo?

Enoque aponta para Cristo no sentido de ele mesmo ter andado como Cristo andou. A vida de Cristo foi, como a de Enoque, um andar com Deus. Suas ações, suas palavras, suas orações, refletem um homem que também andou com Deus.

E é interessante que nossas vidas devem ser marcadas por um seguir dos passos de Jesus, um andar como ele andou.

Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios. Ef 5.15

Devemos andar na luz, disse Jesus:

Respondeu-lhes Jesus: Ainda por um pouco a luz está convosco. Andai enquanto tendes a luz, para que as trevas não vos apanhem; e quem anda nas trevas não sabe para onde vai. João 12.35

Por fim, temos a recomendação de que andemos como ele e nele!

Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele,

Cl 2.6

Conclusão e Aplicação

Hoje, podemos viver em meio a muitas pessoas que também expressam uma espécie de temor ao Senhor. No entanto, isso não muda nada visível na vida dessas pessoas. E creio que o Senhor espera que você seja alguém como Enoque em sua geração, alguém que cause mudanças, que seja diferente, que caminhe com Ele, pensando nEle, falando com Ele, sempre diante da face dEle.

Andar com Deus não é simplesmente afirmar-se como um cristão. Andar com Deus hoje significa ser alguém que honra a Deus em cada palavra que fala, em cada atitude que toma, em cada passo que dá. Assim, você também pode andar com Deus em nosso tempo. É bem possível que você não seja trasladado como Enoque foi… isso, provavelmente não acontecerá com você. Mas, é bem possível que sua vida seja um exemplo para a de muitos, como Enoque foi para os de sua geração e futuras gerações. Os efeitos da santidade na vida de alguém perduram por gerações e gerações. Os frutos ainda são colhidos mesmo depois da morte da pessoa que andou com Deus.

Isso significa que, mesmo depois de sua morte, seu testemunho e história ainda podem continuar a abençoar e influenciar a vida de muitas e muitas pessoas. Que você e eu possamos olhar para a vida de Enoque e concluirmos que não há nada melhor do que escolhermos por esse caminho para viver: andando com Deus.

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1 Louw, J. P., & Nida, E. A. (1996). Greek-English lexicon of the New Testament: based on semantic domains (electronic ed. of the 2nd edition., Vol. 1, p. 789). New York: United Bible Societies.

O poder do perdão

Quando Paulo escreveu para Filemom, Timóteo estava ao seu lado, de modo que ele é quase um co-autor desta carta. Paulo e Timóteo, nós sabemos quem são. Mas, e quanto a Filemom? Quem é este senhor que residia, provavelmente, na cidade de Colossos?

Filemom era dono de Onésimo, um escravo daquele tempo. Filemom chegou a Cristo por meio da  evangelização de Paulo. Filemom provavelmente ajudou Epáfras na plantação da igreja de Colossos, para a qual Paulo escreveu sua Epístola aos Colossenses. Era na casa de Filemom que a igreja dos colossenses se reunia.

Na verdade, Paulo escreveu esta carta não somente a Filemom, mas também à sua esposa e, provavelmente, filho. No verso 2, lemos assim:

“e à irmã Áfia, e a Árquipo, nosso companheiro de lutas, e à igreja que está em tua casa,”

Áfia, provavelmente era esposa de Filemom. Seu nome está nesta carta pelo fato de, no antigo Império Romano, as esposas serem as responsáveis por gerenciar os escravos da casa. Ela deveria receber de volta um escravo que fugiu, agora como um irmão na fé. E Árquipo, provavelmente, era o filho de Filemom e Áfia. Além de provável filho, também seria um mestre e líder espiritual na igreja de Colossos. Quando Paulo escreveu sua carta aos Colossenses, citou Árquipo como alguém que deveria estar atento ao  ministério que recebeu do Senhor “para o cumprir” fielmente (Colossenses 4.17). Árquipo, por sua vez, também deveria receber o antigo escravo que havia fugido de volta à casa e igreja, agora como um irmão em Cristo.

Paulo cita a igreja que se reunia na casa deles pois, todos ali conheciam Onésimo. Todos o conheceram como escravo da família (naquela época era normal todos terem escravos que, no caso dos cristãos, eram tratados como filhos). Toda a igreja o conhecia, e ele todos souberam de sua antiga fuga. Agora, todos deveriam recebê-lo também na casa/igreja na qual congregavam como mais um irmão na fé. Certamente, a reconciliação entre Filemom e Onésimo afetaria toda a comunidade. Há um poder indescritível que envolve o perdão.

Mas, quem era e o que fez Onésimo? Bem, como já dito acima, Onésimo era escravo de Filemom e sua família. Por razões desconhecidas, fugiu de Colossos, cidade do interior do império e foi para a capital. Mais  uma vez, não sabemos as motivações dele. Tudo o que sabemos é que, em Roma, acabou conhecendo justamente o apóstolo Paulo, o mesmo que havia evangelizado seus patrões e donos. Agora, Paulo evangeliza Onésimo. Ele é convertido pelo poder de Deus, e é exortado a voltar a seus antigos donos, agora irmãos na fé.

Aqui aprendemos a primeira lição. Não importa o quanto tenhamos errado, sempre há um caminho de arrependimento. E mais, arrependimento produz frutos, mudanças sensíveis e visíveis na vida de quem é transformado. E Onésimo, arrependido, entendeu que deveria voltar e pedir perdão.

Isso significaria humilhação. Humilhação perante todos que o conheciam e sabiam de sua história. Humilhação perante aqueles que o olhariam e cochichariam a seu respeito. Para ele, sem dúvida não foi fácil voltar atrás. Mas, conversão é isso: mudança de 180º no rumo de nossa vida.

Mas, além da humilhação, significaria perigo. Perigo pois as leis da época garantiam penas duras para escravos que fugissem e fossem pegos. Filemom teria direitos legais para punir Onésimo de um modo terrível. Todavia, Paulo fez com que ele compreendesse que, se não voltasse, demonstraria que o amor de Deus não havia entrado em seu coração a ponto de causar transformação.

A segunda lição desta pequenina carta, é que sempre devemos perdoar, mesmo que tenhamos direitos a reivindicar, nunca devemos deixar de perdoar àqueles que nos defraudam.

Mas, preste bem atenção, isso não significa que você deve agir como um palerma. Isso não significa endurecimento em sua atitude perante as autoridades policiais e judiciais. Significa que a eles cabe julgar e punir, e a você perdoar. Nós sempre perdoamos, é isso que devemos fazer. Abraçamos, recebemos de volta.

Ao instruir Filemom a receber Onésimo, Paulo faz uma pequena brincadeira com as palavras dizendo que:

“Ele, antes, te foi inútil; atualmente, porém, é útil, a ti e a mim.”

Filemom 11

O nome grego Onesimos vem da palavra também grega onesis, que significa útil, aquele ou aquilo que é útil.

Paulo deixa claro a Filemom que ele não deveria praticar nenhum mal ou punição em Onésimo, mas recebê-lo como a um irmão. Veja suas palavras:

 “Se, portanto, me consideras companheiro, recebe-o, como se fosse a mim mesmo. E, se algum dano te fez ou se te deve alguma coisa, lança tudo em minha conta. Eu, Paulo, de próprio punho, o escrevo: Eu pagarei — para não te alegar que também tu me deves até a ti mesmo.”

FIlemom 17-19

Após essa advertência, conhecendo o coração de Filemom, Paulo conclui sabendo que Filemom até mais do que ele estava pedindo (v. 21). Paulo sabia do quanto Filemom amava o Senhor de sua prontidão em obedecer às palavras de Cristo.

Encerro esta breve reflexão, convidando-o a pensar nas palavras de Cristo:

“e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores … Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas … Se me amais, guardareis os meus mandamentos.”

Mateus 6.12,14-15; João 14.15

Diante de tudo isso, só nos resta agir da mesma forma como Deus agiu (e ainda age) conosco: perdoando. Na mensagem abaixo, reflito sobre o poder do perdão em mensagem pregada no último domingo na Igreja Batista Liberdade, na cidade de Araraquara.

O bom combate

O bom combate. Quando o apóstolo Paulo escreveu estas palavras a Timóteo, o Espírito Santo estava nos ensinando sobre como seria nossa jornada cristã deste lado da eternidade. Seria (e é) uma vida de combates, não de prosperidades. Uma vida de aflições e não poucas perseguições. Paulo não viveu o melhor da vida agora. No entanto, viveu como um guerreiro, fortalecido e amparado pelo Senhor.

Suas palavras foram:

Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. 

2 Timóteo 4:7

Esta admoestação te dirijo, filho Timóteo, que segundo as profecias que houve acerca de ti, por elas pelejes a boa peleja,

1 Timóteo 1:18

Peleja a boa peleja da fé, apodera-te da vida eterna, para a qual foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas.

1 Timóteo 6:12

Esta não é a vida que somente Timóteo deveria viver. Esta não é a vida que somente os ministros devem viver. Essa é a vida de todos os cristãos. Todos devemos combater, visto que “no mundo teremos aflições” (João 16.33). Desde o dia em que entramos pela porta estreita, encaramos diariamente os embates pelos quais passam todos os cristãos.

Se você passa por aflições, não se espante com isso, não se questione a razão. Está tudo correndo como deveria correr. A história da igreja nos conta do sangue dos mártires, da perseguição e tortura de homens e mulheres. E hoje, de um modo muito mais presente, a perseguição ocorre como nunca na história do cristianismo.

Além da perseguição em países muçulmanos onde igrejas são queimadas com cristãos dentro delas, onde famílias têm suas casas invadidas e, dentro delas, são espancados e, não raro, queimados, além disso e muito mais que tem sido feito aos cristãos no último século, hoje experimentamos ainda toda a perseguição moral e ética.

Esta é a perseguição à liberdade de expressão, de ensino e de proclamação. Por um lado, a perseguição se mostra por parte daqueles que não aceitam que creiamos no que cremos e preguemos o que pregamos. Querem nos calar, e, até mesmo, prender, caso não deixemos de falar no que acreditamos. Por outro lado, a perseguição se mostra como um assalto ético à nossa conduta cristã. Ou seja, o tempo todo você e eu somos forçados a agir como imorais sexualmente, como mentirosos, como ladrões, etc. E, caso não nos moldemos aos padrões desse mundo em que vivemos, somos excluídos, ridicularizados, despedidos e até mesmo abandonados.

Nunca houve tanta perseguição quanto no tempo em que vivemos. Por isso, devemos corajosamente viver como discípulos de Cristo em meio à podridão de nosso tempo. Para isso, precisaremos combater o bom combate, guardar a fé, e exercer fielmente os nossos dons.

Na mensagem abaixo, pregada no dia 10 de novembro de 2013 na Igreja Batista Liberdade, em Araraquara-SP, trato desse assunto ao expôr a mensagem central das Epístolas de Paulo à Timóteo.

Siga firme! Há uma coroa lhe aguardando!

In dextera tua,

Wilson Porte Jr.

Comunidades! (partes 7 e 8)

Últimas mensagens pregadas na Igreja Batista Liberdade sobre a importância das comunidades, ou seja, grupos nos lares de comunhão semanal. Todas as mensagens desta série estão em posts anteriores ou em minha página no soundcloud.com.

Ouça-as com atenção. E, se você é de Araraquara-SP e não participa de nenhuma comunidade nos lares, não deixe de procurar uma de nossas comunidades espalhadas pela cidade. Qualquer dúvida, não deixe de me escrever: wilsonportejr@gmail.com

Wilson Porte Jr.

Comunidades! (partes 5 e 6)

Ainda conversando sobre comunidades, as mensagens abaixo foram pregadas durante a série feita na Igreja Batista Liberdade, em Araraquara-SP. Elas foram mensagens preparatórias para a formações de grupos de comunidade em nossa igreja. Esperamos que possam, de alguma maneira, abençoar a vocês também.

Wilson Porte Jr.

Comunidades! (parte 1)

Comunidades foram desenhadas por Deus. Deus não nos criou para vivermos sozinhos. A solidão é o oposto do que Deus espera por nós. Deus vive em Comunidade – Pai, Filho e Espírito Santo. Uma comunidade perfeita. Uma comunidade de amor! Assim viveu o povo de Deus desde o início, em comunidades. Comunidades pequenas e uma grande comunidade.
No Novo Testamento, a mesma dinâmica é encontrada. Em Atos dos Apóstolos, encontramos os cristãos se encontrando durante a semana nas casas e no Dia do Senhor no templo para ouvir e aprender o Fundamento dos Apóstolos.
Posto isto, toda polarização em apenas um dos pontos constitui-se em erro. Não podemos viver somente em casas e nem somente em “templos”. Um comunidade, aos olhos de Deus, é aquela que se encontra periodicamente de casa em casa e em um local onde todas as pequenas comunidades possam se encontrar como uma grande comunidade para adorar a Deus e ouvir a pregação de Sua Palavra.
É sobre isso que essa série Comunidades! trata.
Wilson Porte Jr.
in dextera tua

Complementarismo: o papel da mulher

Este é o primeiro episódio de uma série de mensagens que serão postadas aqui em forma de podcast.

O primeiro podcast trata de um assunto já abordado aqui, o complementarismo cristão. Nele, trato especificamente do papel da mulher no casamento cristão.

Outros programas serão postados antes de ser postado o próximo programa sobre complementarismo, no qual trataremos do papel dado por Deus ao homem no casamento.

Até lá, vários episódios serão postados. Todos terão como objetivo encontrar a alegria que vem de conhecermos a vontade e conselho de Deus para nossa vida.

IN DEXTERA TUA é uma expressão latina que aparece no Salmo 16.11. Significa literalmente EM TUA DESTRA. E é lá, na destra de Deus, que podemos encontrar sentido para vida, perdão para nossos pecados e paz para nossa alma. É lá, também, que encontramos plenitude de alegria e delícias perpetuamente.

Por isso, tudo o que for postado em IN DEXTERA TUA terá como objetivo encontrar direção espiritual do alto que possa produzir também alegria em nosso coração.

Espero em Deus poder lhe servir com esse esforço pessoal em propagar as maravilhas da Palavra de Deus.

Wilson Porte Jr.
in dextera tua